Thursday, May 19, 2005

Quando abro a porta e te vejo digo com ar triunfante

- Vejo que trouxeste as tuas armas...

Abraçamo-nos. Enfio os dedos nos teus cabelos cujo aroma me enlouquece. Puxo a tua cabeça para trás e beijo sofregamente o teu pescoço. As tuas pernas enlaçam-me e eu levanto violentamente a tua blusa que deixa a descoberto um peito surpreendentemente nu. Deito-te no sofá e sugo sofregamente o teu peito. Mordo os mamilos e tu gemes num misto de dor e prazer. A uma mordidela mais forte reages e empurras-me para o chão onde caio desamparado. Lavantas-te então e olhas-me com um desprezo que aumenta por ti o meu desejo. Sorris maldosamente e despes a blusa rasgada que ainda tens no corpo. Eu estou paralizado, amarrado por cordas invisíveis ao desejo de te possuir. Colocas as tuas cochas por cima da minha cara, deixando-me observar as tuas calcinhas fio detal perderem-se no teu rabo de sonho. Dás mais um passo ficando atrás da minha cabeça e levantas a saia deixando a descoberto o teu rabo que esticas provocatoriamente. As tuas mãos sobem pelas pernas até às nádegas e os teus dedos retiram levemente a tua peça mais íntima.

O meu desejo cresce tanto que sinto que posso rebentar com o mundo. Colocas-te então à minha frente e deixas ficar a saia no seu lugar. Colocada perante mim está então uma deusa de peito desnudado pronta a devorar toda a humanidade que lhe aparecer.

Sentas-te em cima do meu sexo sem me despires. As tuas mãos percorrem o meu peito por baixo da t-shirt e o teu desejo roça pelo meu. Com as unhas rasgas-me a camisola e enfias a tua língua na minha boca, percorrendo todos os recantos e descobrindo todos os sabores diferentes que encontrares.

Passas assim muito tempo, e eu sempre amarrado. Desces finalmente para o meu peito onde fazes o que eu te fazia. Quando o meu grito ecoou na sala desces para as minhas pernas e tiras as minhas calças. Passas então a mão pela minha roupa interior avaliando da competência do pénis. Não ficas satisfeita mas desnudas-me na mesma, olhando com piedade.

A tua crueldade mata-me e o meu desejo está prestes a explodir em todas as direcções. Não me tocas sabendo o que pode acontecer e vais até ao fundo da sala perante o meu pânico. De lá vens em segundos com um preservativo já aberto na mão, que colocas ainda enrolado na cabeça do pénis. Ris, ris muito e afastas-te do meu olhar.

De repente o teu silêncio enche a sala e apareces por cima de mim. Desapertas a saia que deixas cair em cima da minha cara onde te sentas. O cheiro do teu sexo enlouquece-me ainda mais e começo a acariciar-te com a língua.

Pela primeira vez sento-te a ceder. Continuo o meu trabalho, ora dentro, ora fora, ora no sítio do teu mais profundo desejo.

Gemes baixinho mas, a pouco e pouco, sinto-te a perderes o controlo. Tento então aperfeiçoar os meus movimentos, ora dentro, ora fora, ora bem perto de te conquistar. E, de repente, gritas de prazer perante a minha destreza e cais sobre o meu peito, derrotada.




...





Ficaste assim um minuto, dois, três. Uma eternidade para mim. Depois rolaste para o chão e levantaste-te. Pegaste na tua roupa e, antes de sair, disseste:
- Depois de te libertares, podes brincar com isso que tens em cima de ti! - e saíste.


Quando me libertei e me consegui levantar, encontrei o teu bilhete com número de telefone e um obrigado que já trazias escrito de casa.

E um até breve.

2 Comments:

Blogger Delírio da Loirinha said...

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2:11 PM  
Blogger Delírio da Loirinha said...

Querido C!
Assim já não fica todo a gente a saber....
Beijinhos doces

2:10 AM  

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